Congresso abordou a valorização do comércio de bens, serviços e turismo

Os temas discutidos no 35º CNSE abordaram os caminhos para o fortalecimento e desenvolvimento do setor.

Entre os dias 15 e 17 de maio, Fortaleza recebeu a 35ª edição do Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Realizado pela Fecomércio-CE em parceria com o Sindilojas Fortaleza, o encontro reuniu empresários e diretores de sindicatos do setor de todo o País para discutir questões importantes para o desenvolvimento dessas atividades.

Na programação do congresso, foram enfocados temas de diversos eixos, incluindo desde assuntos que se referem ao desempenho das entidades sindicais até aqueles que tratam de maneira mais ampla o cenário econômico para o comércio brasileiro. Dessa forma, o evento debateu soluções não apenas para os problemas enfrentados pelos órgãos sindicais, mas para diversos desafios encontrados pelas empresas do setor.

Uma das principais temáticas abordadas no evento falou do respeito à sustentabilidade e à gestão das entidades sindicais. Essas discussões tiveram o objetivo de avaliar as melhores maneiras de fortalecer as instituições que representam os empresários do comércio de bens, serviços e turismo, ajudando a proteger os interesses da categoria e de todos aqueles que são beneficiados por essas atividades, como trabalhadores do setor e beneficiários dos programas do Sesc e Senac, os braços sociais do comércio.

Outros temas  abordados também se relacionam com o desenvolvimento do setor. Entre esses assuntos estavam perspectivas econômicas, liderança e o varejo do futuro. Os assuntos forão tratados através de palestras, workshops, seminários, debates e grupos de trabalho e apresentados ainda em diferentes experiências na área e cases de sucesso.

Para Maurício Filizola, presidente do Sistema Fecomércio Ceará, o congresso aconteceu em um momento propício para avaliar a atuação do sindicalismo patronal frente à nova realidade brasileira: “Ampliamos o debate sobre fortalecimento e defesa do setor produtivo do comércio, nossa representatividade e os novos ambientes do sindicalismo brasileiro. Além disso, foi um momento importante para debater como continuaremos, diante dos desafios, sendo a voz dos empresários na defesa da atividade econômica mais geradora e distribuidora de riquezas no âmbito nacional”.