Presidente da CNC abriu o último dia de palestras do 35º CNSE

A necessidade da permanência do diálogo entre sindicatos, federações e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) deu o tom da palestra Braços Sindicais do Comércio e Integração do Sindicalismo, que abriu o último dia do 35º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio (CNSE), que aconteceu no Centro de Eventos do Ceará.
O tema teve como palestrante o presidente da CNC, José Roberto Tadros, e como mediador, o presidente licenciado da Fecomércio Ceará e Vice-Presidente administrativo da CNC, Luiz Gastão Bittencourt. Tadros falou sobre o papel das federações como um todo, as transformações de vidas através do trabalho desenvolvido pelo Sesc e Senac e sobre a importância dos sindicatos para as federações e a CNC.
De acordo com ele, o fortalecimento dessas instituições passa, necessariamente, pelos sindicatos representados, por isso, a importância do diálogo constante. “Não existe construção de um edifício sem a sua base. O alicerce é fundamental para tudo que se vai erguer. Sindicatos, Federações, Sesc, Senac e a CNC somos um único corpo harmônico e integrado, representando a sociedade e o nosso segmento”, pontuou.
O presidente da CNC destacou também os números do Sesc e Senac em todo o Brasil. A Instituição, de acordo com ele, está presente em mais de dois mil municípios, contando com 587 unidades fixas e 151 móveis, possuindo 33 mil colaboradores e alcançando 5,8 milhões de pessoas através do Cartão Sesc.
Os números do Senac também impressionaram. A Instituição está em 1.808 municípios do País, com 2,17 milhões de atendimentos, 491 unidades escolares, 85 unidades móveis, além de 34 unidades em construção, reforma e expansão e 144 obras de modernização e atualização tecnológica.
O presidente da CNC ressaltou que o sucesso desses números tem a participação de todos, desde a base dos sindicatos até a Confederação. “E os grandes difusores desse trabalho são os sindicatos, que atuam nos municípios que é onde moramos. Por isso, são parte indispensável. Não existiriam as federações e a Confederação sem os sindicatos”, observou.
Finalizando sua fala, Tadros informou que é compromisso da sua gestão à frente da CNC, estudar a auto sustentabilidade dos sindicatos e o fortalecimento do associativismo.
Gastão deixou claro ser uma determinação da CNC, hoje, a união de todos e a valorização das empresas e dos sindicatos. De acordo com ele, esse é um novo momento também para a Confederação, por isso, todos têm que estar pré-dispostos ao diálogo. “Temos que repensar as nossas atitudes. A CNC é um conjunto de todos nós e só a união vai garantir as vitórias que virão”, defendeu.