Presidente do Sindilojas Fortaleza apontou diferenciais do 35º CNSE

Diante de um novo cenário para as entidades representativas de classe, o presidente do Sindilojas Fortaleza, Cid Alves, falou sobre o que torna especial esta edição do Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Ele destacou, dentre outras coisas, a necessidade de debater as mudanças que a nova legislação trabalhista exigem dos sindicatos e o maior envolvimento da Confederação Nacional do Comércio e da Fecomércio Ceará na realização do evento.  

35º CNSE – Qual a importância de receber esse evento em Fortaleza?

Cid Alves – Em primeiro lugar, quero falar da nossa alegria. Há cerca de 20 anos, nós recebemos aqui esse mesmo evento e agora estamos recebendo na 35ª edição. Dessa vez, a alegria e a importância são ainda maiores, porque anteriormente era somente o Sindilojas que fazia o evento. Os sindilojas do Brasil se reuniam e definiam uma capital para fazer esses encontros nacionais. Agora, diferente das outras edições, nós vamos ter, junto ao Sindilojas Fortaleza, todos os sindicatos patronais do comércio de bens, serviços e turismo do Brasil, a federação diretamente envolvida e, ainda a Confederação Nacional do Comércio, o que nunca houve em outros encontros. Então essa edição tem grande relevância, pela união de toda a base, e é uma enorme responsabilidade para nós, porque o que vamos produzir aqui precisa ser de qualidade superior, já que temos envolvidos os dois maiores entes do setor do país.

Por que o congresso é tão importante para o setor?

Esse é um encontro que sempre foi muito importante. Primeiro, porque faz com que todos os sindicatos patronais do comércio falem a mesma língua. Mas agora, ele tornou-se ainda mais importante porque, com a nova legislação trabalhista, que começou a vigorar ano passado, a gente precisa se reinventar. E é isso que a gente vai tentar, no nosso congresso, fazer com que as pessoas entendam, através de toda a programação do congresso, que a dinâmica mudou e que a gente precisa mudar a nossa forma de agir, de administrar os sindicatos.

O que o senhor gostaria de dizer para os empresários, diretores sindicais e federativos e outras pessoas que estão se preparando para vir ao 35º CNSE?

Nosso congresso vai contemplar diversas ações que visam não somente dar dicas e orientações quanto a administração sindical, mas, dessa vez, com o envolvimento da Fecomércio e da CNC, nós teremos também orientações de como administrar as empresas. Isso é uma evolução em relação a outras edições que já aconteceram, que também foram muito boas, muito produtivas, mas esse é o primeiro que vamos fazer neste novo cenário, de uma nova legislação, e também com o apoio direto dessas outras entidades.